Brasil – Governo Federal – Ministério da Educação
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Parcerias entre pesquisadores e empresas geram conhecimento

28/03/2013
Áreas mais valorizadas para pesquisa em empresas no Brasil são as de engenharia, ciência da computação, agronomia e química básica, segundo Projeto Temático
São Paulo - Uma relação simbiótica envolve parcerias entre empresas e instituições de pesquisa no Brasil, com impactos positivos sobre toda a economia. Universidades e institutos de pesquisa são importantes para as atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) das empresas, assim como os desafios tecnológicos da produção realimentam o conhecimento científico.
Esse é um dos resultados dos estudos realizados no âmbito do Projeto Temático "Interações de Universidades e Institutos de Pesquisa com Empresas no Brasil", desenvolvido entre 2007 e 2012, com apoio da Fapesp, e coordenado pelo professor Wilson Suzigan, do Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
"São fluxos de conhecimento bidirecionais ainda localizados, que merecem atenção especial das políticas públicas, de modo a promover o avanço articulado das instituições de pesquisa e do setor produtivo e estabelecer conexões consistentes entre ciência e tecnologia", disse Suzigan.
Identificar como se dá o relacionamento entre empresas e instituições de pesquisa no Brasil e investigar se há intercâmbios importantes com áreas de conhecimento e setores diversos estão entre os principais motivadores do projeto, que contemplou três eixos básicos: teórico-conceitual, histórico e de recortes temáticos.
Com o envolvimento de pesquisadores e estudantes de várias instituições do país, o projeto buscou realizar um mapeamento abrangente das parcerias, combinando informações fornecidas por cientistas e empresas, além de estudos de caso em diversas partes do Brasil.
O trabalho também integrou um conjunto de estudos internacionais, no contexto do projeto “Interactions between Universities and Firms: searching for paths to support the changing role of universities in Latin America”, apoiado pelo International Development Research Centre (IDRC), do Canadá, e que inclui 12 países da África, América Latina e Ásia.
“Procuramos reproduzir a experiência realizada nas décadas de 1980 e 1990 pelas universidades de Carnegie Mellon e Yale, nos Estados Unidos, para estudar o tema por meio de pesquisas com aplicação de questionários”, explicou Suzigan.
Segundo ele, para a pesquisa brasileira foi preciso contornar obstáculos de acesso a microdados oficiais e adaptar alguns procedimentos metodológicos, de modo a sintonizar o andamento do projeto nacional com o do projeto internacional.
“Trabalhamos exclusivamente com as informações presentes no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico], tanto as que se referem a grupos de pesquisa que declararam interagir com empresas, quanto a empresas identificadas pelos grupos como interativas”, disse.
Segundo Suzigan, essa limitação exige atenção na interpretação de resultados, mas não impede a comparação com dados de mesma natureza referentes a outros países. Na enquete realizada entre empresas de 27 setores econômicos, foram identificadas 1.687 empresas que interagem com pesquisadores do Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. Dessas, 20% responderam ao questionário da pesquisa, percentual similar ao de estudos semelhantes realizados em outros países.
Especificidades brasileiras
Os estudos feitos no âmbito do Projeto Temático revelaram que o contexto histórico de desenvolvimento econômico e social do país condiciona o padrão de interações entre empresas e instituições de pesquisa.
“Nosso Sistema Nacional de Inovação pode ser situado em um nível intermediário, com instituições de pesquisa e ensino construídas, mas ainda incapazes de mobilizar um contingente de cientistas comparável ao de países desenvolvidos”, disse Suzigan.
Institutos de pesquisa e universidades foram criados tardiamente, com limitações e em condições adversas de distribuição de renda e de generalização do ensino.
Tardia também foi a industrialização brasileira, com um longo período de protecionismo comercial que desviava o foco da construção e do desenvolvimento de capacitações científicas e tecnológicas, ou de canais de interação entre organizações científicas e empresas com vistas a reduzir a distância em relação à fronteira tecnológica.
“Apesar dessa herança histórica, existem pontos de interação forte entre empresas e instituições de pesquisa, unindo as dimensões científica e tecnológica”, apontou Suzigan.
Os estudos de caso mostraram que as áreas científicas atualmente de maior impacto no Brasil têm raízes históricas sólidas, com esforços sistemáticos e duradouros. São elas medicina/saúde, agricultura e as engenharias de minas, materiais, metalúrgica e aeronáutica.
“Os estudos de casos bem-sucedidos de interação entre universidades/institutos de pesquisa e empresas indicam a presença de processos de aprendizado e capacitação científica e tecnológica envolvendo universidades, institutos de pesquisa, governos e produtores”, disse Suzigan.
Além disso, as regiões têm padrões muito diferenciados de interação, refletindo atrasos relativos na criação de instituições e no desenvolvimento local. No que se refere aos recursos para ciência e tecnologia, o Estado de São Paulo exerce inequívoca liderança no país, de acordo com a pesquisa. “Verificou-se a existência de grupos de empresas com interação em todas as principais áreas de conhecimento", disse Suzigan.
No Nordeste, as interações revelaram-se menos intensas, em parte pelo caráter tardio da base de ciência e tecnologia e da industrialização da economia da região.
Comparando-se o perfil brasileiro de interações entre grupos de pesquisa e empresas com os da Argentina e do México, notam-se relações mais frequentes e densas no Brasil. Para Suzigan, isso é reflexo de uma estrutura industrial mais diversificada. “Por outro lado, a comparação com os Estados Unidos coloca o Brasil em posição desfavorável”, disse.

Áreas mais valorizadas para pesquisa em empresas no Brasil são as de engenharia, ciência da computação, agronomia e química básica, segundo Projeto Temático

São Paulo - Uma relação simbiótica envolve parcerias entre empresas e instituições de pesquisa no Brasil, com impactos positivos sobre toda a economia. Universidades e institutos de pesquisa são importantes para as atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) das empresas, assim como os desafios tecnológicos da produção realimentam o conhecimento científico.

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Divulgação do resultado final referente aos editais para seleção de bolsistas para desenvolvimento de projeto do Cite

Edital nº 002/2013 - PROPPG, de 31 de janeiro de 2013
Processo seletivo para provimento de 01 (uma)
Bolsa de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial (DTI), financiada pela Fundação de
Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás  – FAPEG. Os interessados devem possuir bacharelado em Direito.
Para acessar o edital, clique aqui.
Edital nº 003/2013 - PROPPG, de 31 de janeiro de 2013
Processo seletivo para provimento de 01 (uma)
Bolsa de Apoio Técnico, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de
Goiás – FAPEG. Os interessados devem ter formação técnica de nível médio na área de informática.
Para acessar o edital, clique aqui.

Edital nº 002/2013 - PROPPG

Processo seletivo para provimento de 01 (uma) Bolsa de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial (DTI), financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás  – FAPEG. Os interessados devem possuir bacharelado em Direito.
Valor da bolsa: R$ 1300,00
Vigência da bolsa: até 24 meses

Para acessar o edital, clique aqui.

Inscrições homologadas (25/02/2013)
Local de prova e orientações (27/02/2013) 
Gabarito da prova (04/03/2013) 
Resultado preliminar (04/03/2013) 
Resultado preliminar retificado (05/03/2013) 
Resultado final (07/03/2013)


Edital nº 003/2013 - PROPPG
Processo seletivo para provimento de 01 (uma) Bolsa de Apoio Técnico, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás – FAPEG. Os interessados devem ter formação técnica de nível médio na área de informática.
Valor da bolsa: R$ 550,00
Vigência da bolsa: até 24 meses

Para acessar o edital, clique aqui.

Inscrição homologada (25/02/2013)
Local de prova e orientações (27/02/2013)  
Gabarito da prova (04/03/2013)  
Resultado preliminar (04/03/2013)
Resultado final (07/03/2013)

 

Alunos dos cursos técnicos têm aula especial sobre inovação tecnológica

Alunos dos cursos técnicos têm aula especial sobre inovação tecnológica
Coordenadora do Cite apresenta o Centro aos alunos de Aparecida
Os alunos dos cursos técnicos integrados do Câmpus Aparecida de Goiânia do Instituto Federal de Goiás (IFG) tiveram na terça-feira, 22, a oportunidade de conhecer mais sobre o Centro de Inovação Tecnológica (Cite) do Instituto. A coordenadora do Cite, Viviane Margarida Gomes, esteve no câmpus para apresentar o Centro aos estudantes e falar sobre a sua atuação dentro do IFG.
Entre os assuntos expostos, a coordenadora falou sobre proteção de propriedade intelectual, transferência de tecnologia e capacitação. Um dos assuntos mais frisados foi a necessidade de avaliação dos impactos, tanto positivos quanto negativos, causados na sociedade quando se faz uma pesquisa. “Os alunos estavam muito receptivos e bem atentos. As dúvidas variaram de acordo com a área de cada turma, embora tenham perguntado muito sobre marcas e patentes”, diz a coordenadora do Cite, Viviane Margarida Gomes.
Acesso ao Cite
Para a professora Lilian Páscoa, titular da disciplina Introdução à Pesquisa e Inovação e organizadora da visita, o resultado foi muito satisfatório. “Pudemos fechar a disciplina, ministrada no primeiro ano dos cursos técnicos, mostrando exemplos práticos de como o Cite atua dentro do IFG”, avalia a professora.
Karlla Chaves, aluna de Agroindústria, afirma que tirou muitas dúvidas durante a conversa. “Eu não sabia sobre o Cite e como a área de inovação tecnológica é tratada dentro do IFG. Chamou minha atenção a forma como o Centro prioriza as patentes de produtos criados pelos alunos”, ressalta. A estudante também destaca que os alunos têm que aproveitar o acesso que têm ao Cite e as oportunidades oferecidas pelo Centro.
Acesse aqui a página do Cite/IFG
Coordenação de Comunicação Social/Câmpus Aparecida de Goiânia

Os alunos dos cursos técnicos integrados do Câmpus Aparecida de Goiânia do Instituto Federal de Goiás (IFG) tiveram na terça-feira, 22, a oportunidade de conhecer mais sobre o Centro de Inovação Tecnológica (Cite) do Instituto. A coordenadora do Cite, Viviane Margarida Gomes, esteve no câmpus para apresentar o Centro aos estudantes e falar sobre a sua atuação dentro do IFG.

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Editais disponibilizam bolsas para participação em projeto do Cite

A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Proppg) do Instituto Federal de Goiás (IFG) publica dois editais que disponibilizam bolsas para participação em projeto do Centro de Inovação Tecnológica (Cite) que foi aprovado pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg). O projeto aprovado é intitulado “Ampliação da Atuação do Centro de Inovação Tecnológica baseada em consultorias e Sistema de Gestão para Inovação”. Os editais estão disponíveis na página eletrônica da Proppg.

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Projeto do Centro de Inovação Tecnológica é aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás

O Centro de Inovação Tecnológica (Cite) do Instituto Federal de Goiás (IFG) tem projeto aprovado para 2013 pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (Fapeg). O resultado final pode ser consultado aqui. O projeto foi aprovado pela chamada pública para apoio à criação, estruturação e manutenção de Núcleos de Inovação Tecnológica.

A proposta aprovada tem por título "Ampliação da atuação do Centro de Inovação Tecnológica baseada em consultorias e sistema de gestão para inovação", que tem por objetivo, segundo a coordenadora do Centro de Inovação Tecnológica do IFG, Viviane Margarida Gomes, “contribuir para o desenvolvimento socioeconômico sustentável do Estado de Goiás a partir de ações de estruturação do Centro de Inovação Tecnológica do IFG que promovam a articulação com setor produtivo e social”.

Os itens financiáveis solicitados pelo Cite no projeto aprovado pela Fapeg totalizaram R$ 49.900, acrescidos dos valores das bolsas para duas pessoas.

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