Brasil – Governo Federal – Ministério da Educação
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Biotecnologia é a área em que o Brasil precisa investir mais recursos em inovação

Alana Gandra
Repórter da Agência Brasil

No mundo atual, em que o conhecimento é o elemento alavancador de riqueza e demanda uma lógica de produção diferente, com foco no capital humano e na inovação, o Brasil necessita, em primeiro lugar, identificar as áreas em que pode ser competitivo, e a biotecnologia é a que apresenta maior potencial inovador, de acordo com a avaliação de Marcos Cavalcanti, professor de engenharia de produção da Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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As boas ideias são fruto de uma rede de interação

Segundo Steven Johnson, escritor americano de ciência e tecnologia de mídia, as boas ideias são frutos de uma rede, e é necessário interagir para que as intuições se transformem em inovações. Também não se deve desprezar o acaso, os erros, e o caos como motores de novidades relevantes. Autor do best-seller "De Onde Vêm as Boas Ideias", publicado em 2010, e recentemente traduzido para o português, Johnson conversou com a Inovação em Pauta durante o 5º Congresso Internacional de Inovação, em outubro de 2012, em Porto Alegre, promovido pelo Sistema FIERGS, com patrocínio da FINEP.

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Parcerias entre pesquisadores e empresas geram conhecimento

28/03/2013
Áreas mais valorizadas para pesquisa em empresas no Brasil são as de engenharia, ciência da computação, agronomia e química básica, segundo Projeto Temático
São Paulo - Uma relação simbiótica envolve parcerias entre empresas e instituições de pesquisa no Brasil, com impactos positivos sobre toda a economia. Universidades e institutos de pesquisa são importantes para as atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) das empresas, assim como os desafios tecnológicos da produção realimentam o conhecimento científico.
Esse é um dos resultados dos estudos realizados no âmbito do Projeto Temático "Interações de Universidades e Institutos de Pesquisa com Empresas no Brasil", desenvolvido entre 2007 e 2012, com apoio da Fapesp, e coordenado pelo professor Wilson Suzigan, do Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
"São fluxos de conhecimento bidirecionais ainda localizados, que merecem atenção especial das políticas públicas, de modo a promover o avanço articulado das instituições de pesquisa e do setor produtivo e estabelecer conexões consistentes entre ciência e tecnologia", disse Suzigan.
Identificar como se dá o relacionamento entre empresas e instituições de pesquisa no Brasil e investigar se há intercâmbios importantes com áreas de conhecimento e setores diversos estão entre os principais motivadores do projeto, que contemplou três eixos básicos: teórico-conceitual, histórico e de recortes temáticos.
Com o envolvimento de pesquisadores e estudantes de várias instituições do país, o projeto buscou realizar um mapeamento abrangente das parcerias, combinando informações fornecidas por cientistas e empresas, além de estudos de caso em diversas partes do Brasil.
O trabalho também integrou um conjunto de estudos internacionais, no contexto do projeto “Interactions between Universities and Firms: searching for paths to support the changing role of universities in Latin America”, apoiado pelo International Development Research Centre (IDRC), do Canadá, e que inclui 12 países da África, América Latina e Ásia.
“Procuramos reproduzir a experiência realizada nas décadas de 1980 e 1990 pelas universidades de Carnegie Mellon e Yale, nos Estados Unidos, para estudar o tema por meio de pesquisas com aplicação de questionários”, explicou Suzigan.
Segundo ele, para a pesquisa brasileira foi preciso contornar obstáculos de acesso a microdados oficiais e adaptar alguns procedimentos metodológicos, de modo a sintonizar o andamento do projeto nacional com o do projeto internacional.
“Trabalhamos exclusivamente com as informações presentes no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico], tanto as que se referem a grupos de pesquisa que declararam interagir com empresas, quanto a empresas identificadas pelos grupos como interativas”, disse.
Segundo Suzigan, essa limitação exige atenção na interpretação de resultados, mas não impede a comparação com dados de mesma natureza referentes a outros países. Na enquete realizada entre empresas de 27 setores econômicos, foram identificadas 1.687 empresas que interagem com pesquisadores do Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq. Dessas, 20% responderam ao questionário da pesquisa, percentual similar ao de estudos semelhantes realizados em outros países.
Especificidades brasileiras
Os estudos feitos no âmbito do Projeto Temático revelaram que o contexto histórico de desenvolvimento econômico e social do país condiciona o padrão de interações entre empresas e instituições de pesquisa.
“Nosso Sistema Nacional de Inovação pode ser situado em um nível intermediário, com instituições de pesquisa e ensino construídas, mas ainda incapazes de mobilizar um contingente de cientistas comparável ao de países desenvolvidos”, disse Suzigan.
Institutos de pesquisa e universidades foram criados tardiamente, com limitações e em condições adversas de distribuição de renda e de generalização do ensino.
Tardia também foi a industrialização brasileira, com um longo período de protecionismo comercial que desviava o foco da construção e do desenvolvimento de capacitações científicas e tecnológicas, ou de canais de interação entre organizações científicas e empresas com vistas a reduzir a distância em relação à fronteira tecnológica.
“Apesar dessa herança histórica, existem pontos de interação forte entre empresas e instituições de pesquisa, unindo as dimensões científica e tecnológica”, apontou Suzigan.
Os estudos de caso mostraram que as áreas científicas atualmente de maior impacto no Brasil têm raízes históricas sólidas, com esforços sistemáticos e duradouros. São elas medicina/saúde, agricultura e as engenharias de minas, materiais, metalúrgica e aeronáutica.
“Os estudos de casos bem-sucedidos de interação entre universidades/institutos de pesquisa e empresas indicam a presença de processos de aprendizado e capacitação científica e tecnológica envolvendo universidades, institutos de pesquisa, governos e produtores”, disse Suzigan.
Além disso, as regiões têm padrões muito diferenciados de interação, refletindo atrasos relativos na criação de instituições e no desenvolvimento local. No que se refere aos recursos para ciência e tecnologia, o Estado de São Paulo exerce inequívoca liderança no país, de acordo com a pesquisa. “Verificou-se a existência de grupos de empresas com interação em todas as principais áreas de conhecimento", disse Suzigan.
No Nordeste, as interações revelaram-se menos intensas, em parte pelo caráter tardio da base de ciência e tecnologia e da industrialização da economia da região.
Comparando-se o perfil brasileiro de interações entre grupos de pesquisa e empresas com os da Argentina e do México, notam-se relações mais frequentes e densas no Brasil. Para Suzigan, isso é reflexo de uma estrutura industrial mais diversificada. “Por outro lado, a comparação com os Estados Unidos coloca o Brasil em posição desfavorável”, disse.

Áreas mais valorizadas para pesquisa em empresas no Brasil são as de engenharia, ciência da computação, agronomia e química básica, segundo Projeto Temático

São Paulo - Uma relação simbiótica envolve parcerias entre empresas e instituições de pesquisa no Brasil, com impactos positivos sobre toda a economia. Universidades e institutos de pesquisa são importantes para as atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) das empresas, assim como os desafios tecnológicos da produção realimentam o conhecimento científico.

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Cite/IFG realiza oficina sobre patentes no Câmpus Aparecida de Goiânia

Visando disseminar conhecimentos acerca de inovação e propriedade intelectual, a coordenadora do Centro de Inovação Tecnológica (Cite/IFG), Viviane Margarida Gomes, esteve no último dia 09 no Câmpus Aparecida de Goiânia, onde realizou a Oficina “Busca em Bases de Patentes”.
A atividade foi promovida pela professora Lillian Páscoa como complemento aos estudos desenvolvidos na disciplina “Introdução à Pesquisa e Inovação”, ministrada aos alunos dos cursos técnicos integrados de Agroindústria, Química e Edificações.
Durante a Oficina, foram divulgadas formas de identificação de patentes através de pesquisa pela internet e discutidas as vantagens desse acesso ao público. Vários alunos demonstraram satisfação ao final do evento, ressaltando a maneira dinâmica e participativa que ocorreu, possibilitando a interação dos participantes.
A coordenadora do Cite/IFG considera a disseminação da cultura de inovação para alunos da Educação Básica necessária e profícua, tendo em vista que eles são muito interessados pelo tema e que, a longo prazo, eles serão os agentes de inovação no País.

Visando disseminar conhecimentos acerca de inovação e propriedade intelectual, a coordenadora do Centro de Inovação Tecnológica (Cite/IFG), Viviane Margarida Gomes, esteve no último dia 09 no Câmpus Aparecida de Goiânia, onde realizou a Oficina “Busca em Bases de Patentes”.

A atividade foi promovida pela professora Lillian Páscoa como complemento aos estudos desenvolvidos na disciplina “Introdução à Pesquisa e Inovação”, ministrada aos alunos dos cursos técnicos integrados de Agroindústria, Química e Edificações.

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Divulgação do resultado final referente aos editais para seleção de bolsistas para desenvolvimento de projeto do Cite

Edital nº 002/2013 - PROPPG, de 31 de janeiro de 2013
Processo seletivo para provimento de 01 (uma)
Bolsa de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial (DTI), financiada pela Fundação de
Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás  – FAPEG. Os interessados devem possuir bacharelado em Direito.
Para acessar o edital, clique aqui.
Edital nº 003/2013 - PROPPG, de 31 de janeiro de 2013
Processo seletivo para provimento de 01 (uma)
Bolsa de Apoio Técnico, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de
Goiás – FAPEG. Os interessados devem ter formação técnica de nível médio na área de informática.
Para acessar o edital, clique aqui.

Edital nº 002/2013 - PROPPG

Processo seletivo para provimento de 01 (uma) Bolsa de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial (DTI), financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás  – FAPEG. Os interessados devem possuir bacharelado em Direito.
Valor da bolsa: R$ 1300,00
Vigência da bolsa: até 24 meses

Para acessar o edital, clique aqui.

Inscrições homologadas (25/02/2013)
Local de prova e orientações (27/02/2013) 
Gabarito da prova (04/03/2013) 
Resultado preliminar (04/03/2013) 
Resultado preliminar retificado (05/03/2013) 
Resultado final (07/03/2013)


Edital nº 003/2013 - PROPPG
Processo seletivo para provimento de 01 (uma) Bolsa de Apoio Técnico, financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás – FAPEG. Os interessados devem ter formação técnica de nível médio na área de informática.
Valor da bolsa: R$ 550,00
Vigência da bolsa: até 24 meses

Para acessar o edital, clique aqui.

Inscrição homologada (25/02/2013)
Local de prova e orientações (27/02/2013)  
Gabarito da prova (04/03/2013)  
Resultado preliminar (04/03/2013)
Resultado final (07/03/2013)

 



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